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September 2, 2019

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“Atividades para seres humanos”. Um breve olhar sob a ótica sistêmica.

January 9, 2019

A atualidade indica um crescente número de advogados no mercado. Há cerca de 01 milhão de OAB’s ativas no Brasil; e a tendência é que ingressem no mercado aproximadamente 850 mil novos advogados nos próximos 5 anos.

 

 

 

Todos, indistintamente, são seres humanos que com pouco, médio ou muito material intelectual são ‘despejados’ no mundo jurídico, em um impositivo relacionamento sério e duradouro com as lawtechs e robôs, que são realidade na grande maioria do Judiciário brasileiro. 

 

Mas e o que a máquina não consegue fazer?

 

Eis que parece-nos, que o movimento para que estes seres humanos (por vezes advogados, promotores, juízes, defensores) possam se manter ativos (e felizes) no mundo jurídico, caminham para este novo olhar.

 

Um olhar onde se pratica a técnica do ESTAR PRESENTE, com auto responsabilidade e de forma estratégica, segura e humana. O que os robôs não detém é a capacidade de compreensão do outro.

 

De forma estratégica, o operador do Direito que está e vai sobreviver a Revolução Tecnológica, será aquele que não apenas possui as capacidades técnicas da graduação (básico), mas especialmente, é aquele que na sua atuação aprendeu a “abstrair-se”.

 

E este processo de ‘abstração’ significa exercitar um olhar para as energias e situações que geraram o conflito das partes.

 

Exercitar a competência relacional para estar presente no sistema das partes como um SER que observa, buscando acionar a consciência dessas partes envolvidas, com a finalidade de ampliar suas próprias visões sobre o conflito.

Com empatia e aceitação, olhar as partes na sua completude, aceitando cada um como está; como é.

 

Exercitar uma escuta voltada para compreensão, perceber o que está por ‘detrás da história’ contada pelas partes.

 

Enfim, sob a perspectiva sistêmica, parece-nos ser um caminho seguro e confiável aos advogados e demais operadores do direito que lidam diuturnamente com os conflitos do outro, humanizar-se cada vez mais, buscando observar os padrões e contextos das partes sem intencionalidades pré definidas; com separação nítida do que faz parte do conflito do outro e o que está dentro de si;

 

Observar, perceber, compreender, intuir e, enfim, estar em sintonia com a JUSTIÇA em seu sentido amplo.

 

Afinal, nem sempre a solução de uma demanda judicial equivale a solução de um conflito.

 

E máquinas não solucionam conflitos.

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