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Escritórios e departamentos jurídicos são pessoas

December 2, 2017

Assim como qualquer empresa os escritórios e os departamentos jurídicos são constituídos de pessoas. Essencial abordar este assunto!

 

Conforme (CHIAVENATO, 2000), “administração é o ato de trabalhar com e através de pessoas para realizar, tanto os objetivos da organização, quanto de seus membros”.

 

 

Onde inicia esse processo de conexão? Na seleção, muitas vezes os escritórios e departamentos jurídicos primam por selecionar colaboradores com exímios conhecimentos técnicos, inclusive realizando testes para medir seus conhecimentos jurídicos ou voltados para a função que irá exercer, deixando para segundo plano ou até mesmo muitas vezes ignorando se o perfil do candidato está alinhado com os valores e objetivos da empresa. Ocorre que em caso de contratação, associação ou até parceria, se não houver a sintonia fina, existirá uma perda de energia muito grande. Em alguns casos a pessoa continuará vinculada, mas sem o engajamento necessário para uma produção adequada ou se desvinculará criando uma rotatividade negativa. Por isso a importância de atribuir mais valor ao perfil comportamental no momento da seleção.

 

Reiterando, empresas são pessoas, por mais que existam novas tecnologias e máquinas, quem as opera são pessoas, quem produz, gerencia, controla e organiza todos os demais recursos da empresa são pessoas, se tornando assim o capital intelectual das organizações. Mais do que produzir, pessoas criam, pessoas inovam, pessoas agregam vitalidade à organização, as relações internas e externas também dependem delas. Elas querem ver os resultados e principalmente participar deles, as pessoas querem se envolver e se desenvolver, esses são alguns bons motivos para encontrar e reter os talentos que estejam em harmonia com os preceitos da empresa. O planejamento estratégico, os processos e procedimentos são fundamentais para o funcionamento da organização, mas eles não podem engessar e robotizar as pessoas, a empresa deve proporcionar um clima organizacional de liberdade, colaboração, contribuição, possibilitando que os colaboradores possam expor e compartilhar suas ideias, experiências e conhecimentos. Lembre-se que a comunicação tem papel fundamental, deve ser assertiva e uma via de mão dupla.

 

Embora o setor jurídico guarde um caráter mais conservador, o que se está expondo aqui em nada afetará qualquer exigência, é necessário encontrar o candidato com as características mais adequadas à empresa e também à função que será exercida. Não basta ser adequado à empresa e não ser adequado à função, muitas vezes é selecionado excelente talento, mas este não é bem alocado, o seu potencial não é bem empregado e isso desestimula a empresa e o colaborador, de um lado a empresa crendo que o profissional é pouco produtivo ou ineficiente, de outro lado o colaborador sem perspectivas por realizar uma função que não lhe é adepta, pior ainda quando mesmo existindo insatisfação bilateral essa relação se perpetua por tempos apenas por comodidade ou outro impedimento, prejudicando os dois lados, os dois perdem. Imagine a seguinte situação, um advogado bastante desenvolto e comunicativo, que tem habilidade e paixão por realizar audiências é escalado para trabalhar internamente somente na elaboração de prazos. E outro advogado com um perfil mais analítico, mais introspectivo, detalhista que não tem muita simpatia pelas audiências é escalado como audiencista. Neste caso a organização possui duas pessoas com perfis comportamentais diferentes, mas em posições que não extraem o seu melhor, o seu potencial máximo, mesmo que estes possuam as qualificações técnicas exigidas.

 

Fazer uma boa gestão de pessoas alavanca os resultados dos escritórios e departamentos jurídicos, com a concepção que as pessoas se constituem como um diferencial se transformando em uma vantagem competitiva. A gestão de pessoas não envolve apenas um plano de cargos e carreira, pode parecer um jargão, mas é bem verdade que as novas gerações estão mais adeptas a buscar um “propósito” no seu trabalho do que tão somente uma “boa remuneração” o que era mais comum nas gerações anteriores. Como estão as pessoas no seu escritório e departamento jurídico? Retomando: É importante atrair e reter talentos com as características e perfis convergentes tanto com a empresa, quanto com a função que lhe será atribuída. Habilidades podem ser desenvolvidas, então com as adequações necessárias, capacitação e desenvolvimento é possível formar uma equipe formidável que resultará em produtividade, serviços de elevada qualidade e diferencial para o negócio.

 

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