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September 2, 2019

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Os grandes líderes são capazes de inspirar e motivar

Para obter sucesso em uma função de liderança, o conhecimento técnico acerca da área de atuação é apenas uma das habilidades a ser desenvolvida, o profissional deve ser capaz de levar sua equipe ao sucesso. Partindo desse pressuposto, temos uma reflexão: todo bom advogado pode ser um líder em sua área de atuação?


Para ser um bom líder, não basta conhecer a lei e a melhor aplicação desta ao caso específico, é preciso ter a visão geral da carteira conduzida, da vontade dos clientes, da produtividade e capacidade dos liderados, dos custos da operação, dos resultados almejados, resumindo: uma visão ampla de negócios.

 E especificamente na área jurídica, passamos por uma mudança de preceitos.
Tradicionalmente o ramo jurídico é marcado pelo conservadorismo, pelas tradições, pela resistência aos novos modelos, contudo, o mercado global vem se modernizando. As novas tecnologias, os processos eletrônicos, a necessidade de oferecer o melhor pelo mais baixo custo, as novas gerações de advogados que não pretendem fazer mais do mesmo, são algumas marcas dos novos tempos.
Impossível manter as mesmas tradições e procedimentos.

 

Os próprios clientes são expostos à nova realidade, com técnicas de auditoria, relatórios gerenciais, planejamentos, estratégias, a possibilidade de acompanhar os processos em um clique, tudo isso torna o cliente mais exigente e mais independente. Dessa forma, o líder jurídico tem que ser um profissional antenado às novas tendências. Não basta conhecer o texto e a aplicabilidade da lei, mas conjugar esse conhecimento com noções estratégicas e de planejamento, finanças, auditoria, tecnologia.


E nesse contexto, é importante traçar o perfil de cada cliente, criando uma identidade de objetivos: Qual o interesse do meu cliente? Manter as demandas nos tribunais na defesa de um bom precedente, ou diminuir o custo com acordos rápidos? Consultoria preventiva? Como atuar com excelência em demandas repetitivas? Quais os produtos que meu escritório pode oferecer? Em qual nicho de clientes devo atuar? Como personalizar meu atendimento?


Um líder jurídico precisa constantemente questionar-se a esse respeito, como agradar meu cliente... Mas não é só, e a equipe? Num ambiente cada vez mais competitivo, a inteligência emocional é outra competência essencial ao líder, é preciso atuar de forma assertiva além de não passar à equipe uma carga superior àquela que ela pode suportar.

 

Cada membro da equipe precisa entender-se parte da engrenagem, estar motivado a trabalhar pelo resultado, a crescer junto, a agregar.Já o líder precisa atuar com as adversidades, falhas na operação, pressão dos clientes interno se externos, além de gerenciar complexidades e tomar decisões, sempre focando no resultado almejado.

 

Notem que nenhuma dessas habilidades é parte da grade curricular da faculdade de direito,mas todas podem ser treinadas, aprendidas, lapidadas.E então, volto ao questionamento: todo bom advogado pode ser um bom líder? Penso que não e explico: além do conhecimento técnico de todas as habilidades acima, é necessária a competência para liderar.

 

A competência para inspirar e motivar as pessoas que advém da paixão que o profissional tem pelo seu trabalho, da satisfação que ele possui ao treinar seu time, ao ver cada profissional atuando de acordo com seu perfil e da sinergia que existe entre todos na equipe,independentemente do nível hierárquico. E essa competência, na minha opinião, não se aprende, mas deve ser aperfeiçoada constantemente.

 

E com o aperfeiçoamento virão outras características essenciais a um bom líder: habilidade para dar feedback de maneira construtiva; adequar o perfil de cada membro da equipe às tarefas mais compatíveis; treinar e desenvolver talentos.Penso que toda equipe é um reflexo de seu líder, e como competência final destaco as habilidades de se reinventar, aprender e auto motivar, o que reflete nos liderados e certamente no trabalho.

 

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